O Prefeito

José Borges Segundo, mais conhecido como "Zequinha Borges",  nasceu na fazenda Umbuzeiro, município de Passa e Fica no dia 23 de Março do Ano de 1958, segundo filho do Sr. Manoel Borges da Costa e da Sra. Josefa Maria da Costa(D. Carmelita, como era popularmente conhecida). 
Ainda criança José Borges, passou a ser chamado (Zequinha) por sua madrinha, D. Elina Pessoa. Ainda criança mudou-se com os pais para o município de Nova Cruz, e posteriormente para o município de São José do Campestre, meses depois. 
Segundo familiares e amigos mais próximos, quando criança, Zequinha Borges já demonstrava em seus primeiros passos, que mais tarde seria um homem público, por trazer consigo o dom da oratória, e por ser uma pessoa simples e popular, que em suas horas vagas, adorava subir em uma pedra bem no alto, ao lado da parede do açude da fazenda, onde brincava de fazer discursos para seus amigos e familiares.
Quando criança, o “menino do Zamba”, trabalhava na agricultura familiar, junto com os pais até atingir a maioridade, quando se afastou da agricultura para se apresentar as forças armadas. Ao retornar para Campestre, Zequinha Borges, conheceu Elisa, a mulher que escolheu como esposa e mãe de seus filhos, desta união com a professora Elisa, nasceram 4 filhos, Elizângela, Eduardo, Elisiane, e Eloíza.
Nos anos seguintes,  ingressou no movimento sindical, fazendo parte da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, como diretor sindical. Começara ali, uma trajetória de vida com  altos e baixos.
No início da década de 80, Zequinha filiou-se no PT (Partido dos Trabalhadores), candidatando-se ao cargo de prefeito municipal, não vindo a obter êxito nesta eleição. Anos mais tarde, elege-se presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR), e conclui o ensino médio, no antigo colégio Cenecista.
A convite do saudoso Dr. Clovis Gomes da Costa, migra para o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), iniciando assim uma trajetória política ao lado de seus inseparáveis amigos, e companheiros de legenda, Francisco Medeiros e José Nunes.
Anos mais tardes, Zequinha sofre, com a morte repentina do seu pai, pensando até em abandonar a vida pública e se dedicar mais a família, e apoiar sua mãe, que naquela hora precisava mais do que nunca da ajuda de toda família Borges.
 Atendendo a solicitação dos companheiros e companheiras do movimento sindical, ergue-se, novamente e  candidata-se ao cargo de vereador, tendo sido eleito o mais votado do partido naquele pleito, para a satisfação de todos. 
Zequinha elegeu-se vereador por duas legislaturas consecutivas, entre as décadas de 80 e 90, tendo chegado inclusive, a presidência da Câmara Municipal. Já no final dos anos 90, o então vereador Zequinha Borges (PMDB), atende a convocação de seu partido e deixa a Câmara Municipal para ser candidato a vice-prefeito, em composição de chapa com o médico e ex-prefeito Dr:Laércio, indicado por seus companheiros, viria a ser formando um mega-bloco político, que posteriormente seria vencedor de todas às eleições dos anos seguintes, tornando-se  assim, um grupo invencível por várias legislaturas consecutivas, e quase uma década de hegemonia política, em nosso município, que viria a se abalar após o rompimento nas eleições de 2004. 
Com o “racha”, nas eleições de 2004, Zequinha decide sair candidato a prefeito, tendo como seu vice, na época o então vereador Dedé Mendonça, e perde as eleições, ficando fora da política, dedicando-se apenas as atividades rurais e a sua família, até o ano de 2007, quando assumiu à convite a secretaria municipal de Agricultura, na gestão do ex-prefeito Júnior Paiva. 
Neste mesmo ano Zequinha teve que ser mais forte do que nunca, para suportar a dor da perda com a morte de sua mãe, e apoiar todos os seus familiares confortando-os, por inestimada perda.
Em 2008, Zequinha é posto novamente a prova, quando sai candidato a prefeito municipal, tendo como vice, a médica Dra. Francisca de Assis, representando  situação, na época, sendo lançado candidato por Júnior Paiva, vindo a perder novamente as eleições rumo ao executivo municipal.
Em 2009, Zequinha sofre um abalo emocional, ao ponto de ver sua 3ª filha, Elisiane, entre a vida e morte, em uma UTI, devido a uma cirurgia de urgência, realizada após o diagnóstico tardio de uma complicação no apêndice, e relatava a um amigo, sentado em um banco do lado de fora de um hospital, “Será que vou sentir essa dor” ?, Deus me ajudará, e vencerei mais essa batalha.
Em 2009, após a recuperação de Elisiane, Zequinha retorna a vida pública, para disputar uma nova eleição (suplementar) rumo ao executivo municipal, isso, segundo familiares e amigos mais próximos, só foi possível, devido a força e a união que sempre estiveram presentes no dia-dia, da família Borges, especialmente Elisa Borges, que tem sido uma grande companheira,e em especial ao irmão mais velho,José Borges (Zezinho Borges).
Zequinha Borges, após tantos altos e baixos em sua vida, está hoje, prefeito de Campestre.